
Já não é novidade debates contra o comodismo, pelo menos esse assunto já é clichê na minha vida. No entanto senti vontade de reforçar o tema. Quase todos os dias, esbarro em pessoas ou atualizações virtuais que se queixam de uma vida sem emoções, morbidamente uniforme. Indaguei, até pouco tempo, há uma delas se por acaso ela faz algo para que mude essa constante. A resposta foi “ah... eu até tento mudar algo”.
Olha, sei lá, mas – nesse caso – sou contra aquela frase “deixa a vida levar”. Se você continuar esperando que tal pessoa apareça em sua vida, que tais amigos o convide para um programa espetacular, ou que aquela oportunidade dos seus sonhos apareça, continuará na mesma situação mortificante. É como continuar de joelhos no milho, sem necessidade, esperando que alguém te puxe do autoflagelo.
Durante muitos anos vivi num castigo desses, reclamando, com um grande beiço no rosto, sentindo pena de mim mesmo, como uma pessoa depressiva e sofredora. Isso não é uma atitude madura, tão pouco merecedora de uma vida emocionante. Quer viver intensamente? Quer se encontrar? Então vá a luta! Desligue a TV, deixe o computador de canto e, principalmente, liberte sua mente de preconceitos (conheça, antes de julgar determinadas pessoas e situações). Pare de colocar a culpa nos demais, ninguém tem culpa de nada, nem mesmo você. Sua culpa é manter-se na mesma rotina, nas mesmas algemas, que não existem!
Outra coisa: não fique esperando que determinadas pessoas te amem e ajam exatamente como você quer. Ou você as ama como são (te proporcionando tais momentos), ou dê um basta ao seu sofrimento por opção. Ninguém deve te amar, se você não se ama, se você não compra coisas destinas ao seu bem-estar, se você não sai para curtir a sua PRÓPRIA COMPANHIA, se você não se valoriza. Faça o seguinte: levante-se. Vá até o espelho. Olhe para essa imagem como uma segunda pessoa. Analise-a de cima a baixo. O que vê? Não vê que ela precisa do seu amor? Então ame-a! Ela com certeza te corresponderá!
Eu sempre pensei que participar do mundo dos adultos, era trabalhar, pagar contas, casar, ter filhos e viver dentro de um grupo social, que só aceita aqueles que agem dentro dos mesmos preceitos. Pois não é! O mundo da verdadeira maturidade é aquele em que o sujeito aprende a conviver consigo mesmo, sabe o que realmente quer (invés de viver pensando “papai e mamãe disse...”) e não tem medo de ser quem é.
Aprendi algo: a maioria das pessoas, por mais felizes que nos digam que são, estão sofrendo numa condição injusta a qual se impuseram. Não existe eterna felicidade. Existe independência, amor-próprio e desejo de lutar. Com essas três atitudes, você conseguirá mais momentos felizes do que os tristes. Porém jamais se esqueça que os infelizes virão de qualquer forma, só não quer dizer que você deve se abandonar e embarcar no mesmo ostracismo e preconceito alheio. Vá viver!
Olha, sei lá, mas – nesse caso – sou contra aquela frase “deixa a vida levar”. Se você continuar esperando que tal pessoa apareça em sua vida, que tais amigos o convide para um programa espetacular, ou que aquela oportunidade dos seus sonhos apareça, continuará na mesma situação mortificante. É como continuar de joelhos no milho, sem necessidade, esperando que alguém te puxe do autoflagelo.
Durante muitos anos vivi num castigo desses, reclamando, com um grande beiço no rosto, sentindo pena de mim mesmo, como uma pessoa depressiva e sofredora. Isso não é uma atitude madura, tão pouco merecedora de uma vida emocionante. Quer viver intensamente? Quer se encontrar? Então vá a luta! Desligue a TV, deixe o computador de canto e, principalmente, liberte sua mente de preconceitos (conheça, antes de julgar determinadas pessoas e situações). Pare de colocar a culpa nos demais, ninguém tem culpa de nada, nem mesmo você. Sua culpa é manter-se na mesma rotina, nas mesmas algemas, que não existem!
Outra coisa: não fique esperando que determinadas pessoas te amem e ajam exatamente como você quer. Ou você as ama como são (te proporcionando tais momentos), ou dê um basta ao seu sofrimento por opção. Ninguém deve te amar, se você não se ama, se você não compra coisas destinas ao seu bem-estar, se você não sai para curtir a sua PRÓPRIA COMPANHIA, se você não se valoriza. Faça o seguinte: levante-se. Vá até o espelho. Olhe para essa imagem como uma segunda pessoa. Analise-a de cima a baixo. O que vê? Não vê que ela precisa do seu amor? Então ame-a! Ela com certeza te corresponderá!
Eu sempre pensei que participar do mundo dos adultos, era trabalhar, pagar contas, casar, ter filhos e viver dentro de um grupo social, que só aceita aqueles que agem dentro dos mesmos preceitos. Pois não é! O mundo da verdadeira maturidade é aquele em que o sujeito aprende a conviver consigo mesmo, sabe o que realmente quer (invés de viver pensando “papai e mamãe disse...”) e não tem medo de ser quem é.
Aprendi algo: a maioria das pessoas, por mais felizes que nos digam que são, estão sofrendo numa condição injusta a qual se impuseram. Não existe eterna felicidade. Existe independência, amor-próprio e desejo de lutar. Com essas três atitudes, você conseguirá mais momentos felizes do que os tristes. Porém jamais se esqueça que os infelizes virão de qualquer forma, só não quer dizer que você deve se abandonar e embarcar no mesmo ostracismo e preconceito alheio. Vá viver!

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