Sou como um antigo samurai que anda sozinho, sem senhor, sem rumo exato, com ideais inalcansáveis, à procura de uma nova utopia, uma nova batalha... E este é o meu mundo, do qual pertenço não pertencendo.
No Hospício
“A palavra não deve ser para a alma senão um sinal misterioso, muito discreto, muito austero, muito augusto, só perceptível à visão dos espíritos. Parece mesmo uma deplorável extravagância da nossa natureza incompleta este capricho de reduzir a medida e a cadência as grandes emoções a que a alma se exalça em certos momentos.” (Rocha Pombo)
sábado, 15 de outubro de 2011
Faz falta
Falta… tudo isso falta…
Uma nova voz de sonho por estas ruas mortas;
Uma nova esperança nesse barco ou fossa;
Uma nova ideia nessa tela de repetições aleatórias.
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