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No Hospício

“A palavra não deve ser para a alma senão um sinal misterioso, muito discreto, muito austero, muito augusto, só perceptível à visão dos espíritos. Parece mesmo uma deplorável extravagância da nossa natureza incompleta este capricho de reduzir a medida e a cadência as grandes emoções a que a alma se exalça em certos momentos.” (Rocha Pombo)

domingo, 17 de junho de 2012

Minha cabeça

No momento eu confundo e me desconfundo. Tudo gira e ao mesmo tempo está parado. É uma mistura de sabores e dessabores num mesmo prato. Alguém me pediu compreensão, mas eu compreendi tudo errado. Essa mesma pessoa me pediu espera, em compensação conclui que era tudo falso.
Alguém me pediu paciência, o que tenho na maior parte das vezes. Esse mesmo alguém me ofereceu seu coração, ao que ofereci a parte viva do meu.
Milhares de alguns pedem-me conselhos, desabafam seus anseios e repetem seus eternos pesares, ao passo que respondo com escuta e compreensão. Já cansei de pedir o mesmo para esses alguns, porque sempre fico no mesmo vácuo.

Tudo na vida é uma troca desigual... Percebes? 

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