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No Hospício

“A palavra não deve ser para a alma senão um sinal misterioso, muito discreto, muito austero, muito augusto, só perceptível à visão dos espíritos. Parece mesmo uma deplorável extravagância da nossa natureza incompleta este capricho de reduzir a medida e a cadência as grandes emoções a que a alma se exalça em certos momentos.” (Rocha Pombo)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Pensamentos Noturnos IV

Um buraco no peito... coração aflito com os despedaços... 
Momentos que ficaram na memória... Momentos que se fixaram em sonhos...
Sonhos que se tornaram momentos... sonhos que desapareceram na gaveta...
Palavras ditas que ainda soam, como se tivessem voz própria... vozes próprias soando na lembrança...
Tudo parecia... agora parece outras coisas...
A esperança era o acalanto de berço do futuro... o alento da desesperança não tem nem canção...
As luzes brilhavam no fundo do espelho... não tem mais nada através do espelho...
Somente o passado, deixado para trás, imerso sobre muitos ''poderia ter sido'' e nenhuma certeza do que será.

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